terça-feira, 1 de novembro de 2011

Relação de Antivírus e supostos emails falsos, para sua melhor segurança na Internet.

Com o advento da internet e grande disseminação de computadores, além das enormes vantagens que isto trouxe ao nosso dia-a-dia, também veio junto os dissabores dos que usam deste universo para causar problemas, enganarem, furtarem e claro causar dores de cabeças principalmente nos que usam a internet.
Uma das grandes vantagens da internet, que também é uma das sua grandes desvantagens, é que ela é "livre", ou seja ninguém é "dona" dela, e é possível utilizá-la de maneira anônima ou de difícil identificação... isto é um prato cheio para bandidos e malfeitores.
Não se iluda... o objetivo destes usuários que mandam e-mails falsos ou usam vírus, não é apenas "se gabar" de ser um hacker, o objetivo é conseguir acesso a informações no seu computador que possam gerar DINHEIRO, ou seja, roubar seu dinheiro do banco (através do acesso às suas senhas), roubar dados importantes, chantagear, etc! São BANDIDOS e portanto, do mesmo jeito que você não estaciona seu carro na rua com janela aberta e com a chave na ignição para não ser roubado, você também deverá tomar cuidado no uso do seu micro para que não seja roubado (não o micro, mas os dados que estão guardados nele).
Para você não correr riscos de ser infectado por vírus, e acabar se deparando com uma situação crítica, existem alguns cuidados que deverão ser tomados, dentre eles:
  • Instale e mantenha sempre atualizado um programa antivírus
  • Se utilizar a internet, considere a utilização de um programa de "firewall" pessoal
  • Nunca execute arquivos anexados a e-mails sem antes rodar um antivirus nele
  • Desconfiar de e-mails que podem conter trojans ou scripts perigosos, não executando ou clicando em links mostrados por eles.
Para ajuda-lo a se prevenir e manter-se atualizado, listamos nesta área algumas coisas que poderão lhe ajudar:

Transforme o visual do seu Android em um iPhone

Cansou do visual do seu smartphone com Android? Então experimente deixá-lo com a cara do iPhone!

O site Addictive Tips criou um tutorial do aplicativo Espie Launcher, que substitui o padrão de telas iniciais do Android e as deixam com a interface do iOS. O app traz alguns recursos que o iOS não tem como atalhos úteis para Wi-Fi, bloqueio e rotação, configurações de rede, brilho e volume.

Os comandos são simples e é fácil navegar pelo sistema como se estivesse usando um celular da Apple. Para procurar contatos e criar pastas, basta arrastar a tela para a esquerda para revelar a barra de ferramentas multitarefas. Já para visualizar as notificações é só arrastar a tela para cima.

Reprodução

As pastas podem ser criadas da mesma forma que no iOS: segure um ícone do aplicativo para entrar em modo de edição e, em seguida, arraste e solte o ícone para onde desejar. Também é possível renomear, adicionar ou remover itens, substituir atalhos e desinstalar arquivos direto da tela principal do celular. A única limitação do aplicativo é que ele não permite adicionar widgets na home do smartphone.

Aí vão algumas dicas para facilitar sua navegação no Espier Launcher:

- Se a versão do Android for velha demais, a interface pode travar um pouco. Mas, isso pode ser resolvido dessa forma: "botão do menu" > "preferências" > "desmarcar efeitos de animação".

- Para desinstalar um aplicativo a partir da tela inicial, toque e segure o ícone que você deseja exluir e, em seguida, aperte o "X".

- Se quiser reorganizar aplicativos, toque e segure qualquer widget e arraste os ícones para o local desejado.

- Para fechar aplicativos em execução, vá até a parte inferior da tela, toque e segure um ícone, e selecione no sinal de menos.

- Para tornar o Espier Launcher sua interface padrão, toque no botão "home" e marque a opção "usar por padrão para esta ação".

Para fazer o download, clique aqui.

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O tamanho dos processadores





Com a evolução do processo de fabricação, processadores ficam mais rápidos, esquentam menos e chegam a usar componentes do tamanho de bactérias e vírus.


Estamos tão acostumados a pensar nos processadores como sendo o “cérebro” da máquina que, às vezes, nem lembramos que eles também possuem um “órgão vital” em seu interior. Esse componente é o die, um pequeno chip que contém o circuito principal da CPU.
Cabendo na ponta do dedo indicador, o die possui circuitos tão pequenos que requerem uma técnica especial de fabricação. O artigo “Veja como são produzidos os processadores”, de Fábio Jordão, detalha cada etapa do processo, desde a extração do silício até a conclusão do processador.
Parte desse processo consiste na fabricação dos circuitos integrados do die, que se dá por meio de uma técnica conhecida como fotolitografia. Grosso modo, o diagrama de circuitos do processador é “projetado” por luz ultravioleta sobre uma lente. Essa lente, responsável por reduzir drasticamente o tamanho do diagrama, direciona a projeção para o die. A superfície do chip, coberta por um material fotorresistente, retém, então, a imagem dos circuitos.
Com o passar do tempo, essa técnica evoluiu e o ser humano foi capaz de produzir componentes cada vez menores, equiparando-os ao tamanho de vírus e de partes minúsculas de bactérias. Por isso, essa técnica de fabricação possui uma nomenclatura especial e que define, de certa forma, a geração em que ela se encontra.

O que significa ter um processador de 45 nm?

Teoricamente, esse número diz respeito ao tamanho da menor linha encontrada no circuito principal do processador. A primeira geração de microprocessadores, por exemplo, foi construída usando uma técnica de 10 µm. Sendo assim, a menor linha do circuito do Intel 4004 seria um pouco maior do que uma hemácia (glóbulo vermelho).
Vale a pena lembrar que os processadores são compostos por milhões de transistores, espécie de controladores que liberam ou amplificam um sinal elétrico. O Tecmundo possui um artigo mais detalhado sobre esse componente tão essencial.
Na prática, a nomenclatura da técnica de fabricação também define a largura de uma das “perninhas” desses minúsculos transistores. Mais precisamente, ela diz respeito à comporta (gate) do transistor, que pode influenciar, entre outras coisas, a velocidade do componente e o quão perto eles podem ficar uns dos outros.
Porém, com o passar do tempo, essa nomenclatura deixou de ser tão precisa. Por mais que a técnica de 350 nm, por exemplo, produzisse componentes de 380 nm, engenheiros de processo conseguiam aplicar alguns truques à arquitetura para que os circuitos funcionassem como se tivessem 350 nm.
Hoje, com algumas exceções, essa nomenclatura voltou a indicar com mais precisão o tamanho dos componentes (normalmente, a largura da comporta de um transistor). No geral, com a evolução da técnica de produção, os processadores ficam mais rápidos e ganham mais componentes, além de esquentarem menos e consumirem menos energia.

Com qual técnica minha CPU foi criada?

Com CPU-Z é possível descobrir a técnica usada em sua CPU
Existe uma maneira muito prática de descobrir a técnica de produção empregada no processador de uma máquina. Basta instalar o software CPU-Z, que também fornece detalhes sobre a memória e placa-mãe do computador. Ao executá-lo, selecione a aba “CPU” e confira o valor do campo “Technology”, expresso em nanômetros.
Prático, não?

Qual antivírus você usa?

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